Política

Dr. Furlan lidera disputa pelo Governo do Amapá e cenário aponta definição no primeiro turno

Um levantamento divulgado pelo jornal digital Poder360, com base nas pesquisas eleitorais mais recentes registradas na Justiça Eleitoral, colocou o ex-prefeito de Macapá, Dr. Antônio Furlan, na liderança da disputa pelo Governo do Amapá em 2026.

Segundo os dados publicados pelo veículo nacional, Furlan aparece com 67,9% das intenções de voto em cenário estimulado, superando numericamente o governador Clécio Luís, que registra 28,6%.

A sondagem utilizada no Amapá foi realizada pelo instituto Genial/Quaest entre os dias 25 e 28 de abril de 2026, ouvindo 622 eleitores. A margem de erro é de 4 pontos percentuais.

Apesar do equilíbrio entre os principais nomes, o cenário eleitoral amapaense indica que a eleição deve ser definida ainda no primeiro turno. Isso porque o Amapá possui eleitorado inferior a 200 mil eleitores em Macapá e, constitucionalmente, estados com menos de 200 mil eleitores aptos não realizam segundo turno para governador. Assim, vence quem obtiver a maior quantidade de votos válidos.

O desempenho de Dr. Furlan chama atenção por ocorrer após sua passagem pela Prefeitura de Macapá, onde construiu forte capital político e manteve elevada popularidade ao longo da gestão. Mesmo fora do cargo atualmente, o ex-prefeito e agora pré-candidato segue figurando como um dos principais nomes da política amapaense para a sucessão estadual.

O estudo do Poder360 analisou as pesquisas mais recentes das 27 unidades da Federação e destacou que apenas 5 dos 9 governadores candidatos à reeleição lideram isoladamente ou empatados numericamente em seus estados.

No cenário nacional, o levantamento também aponta que o Partido Liberal é a legenda com o maior número de pré-candidatos competitivos para 2026, com nove nomes em primeiro lugar ou empatados tecnicamente na liderança. Já o Partido dos Trabalhadores aparece com apenas dois nomes nessa condição.

Entre os governadores ou aliados que lideram em seus estados estão Tarcísio de Freitas, em São Paulo; Fábio Mitidieri, em Sergipe; Jorginho Mello, em Santa Catarina; e Rafael Fonteles, no Piauí.

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