Furlan e Rayssa alcançam as maiores votações da história do Amapá para governador e senador

Eleitos neste domingo, Dr. Furlan recebeu 281,5 mil votos para o Governo, enquanto Rayssa Furlan conquistou 264,7 mil para o Senado e superou por apenas um voto o recorde anterior
A eleição deste domingo (4) colocou Dr. Furlan (PSD) e Rayssa Furlan (Podemos) em posições inéditas na história eleitoral do Amapá. Os dois alcançaram as maiores votações absolutas já registradas no estado para os cargos de governador e senador, respectivamente.
Eleito governador ainda no primeiro turno, Dr. Furlan recebeu 281.595 votos, o equivalente a 62,75% dos votos válidos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O resultado representa a maior quantidade de votos já obtida por um candidato ao Governo do Amapá. Furlan superou, entre outros resultados históricos, a votação de Clécio Luís em 2022, quando o atual governador havia sido eleito com 222.168 votos.
A diferença mostra também o crescimento do eleitorado amapaense ao longo dos anos, por isso o recorde deve ser considerado em números absolutos de votos, e não necessariamente em percentual.
No Senado, o feito de Rayssa Furlan foi ainda mais apertado. Com 100% das urnas apuradas, ela terminou a eleição com 264.799 votos, correspondentes a 29,98% dos votos válidos para o cargo, garantindo uma das duas vagas em disputa.
O número supera por apenas um voto o antigo recorde de Randolfe Rodrigues. Em 2018, quando também estavam em disputa duas vagas para o Senado, Randolfe foi reeleito com 264.798 votos.
Com isso, Rayssa passa a deter a maior votação absoluta já registrada por uma candidatura ao Senado no Amapá.
O resultado ganha ainda mais peso histórico porque Rayssa também se tornou a primeira mulher eleita senadora pelo Amapá. Ela já havia disputado o cargo em 2022, quando recebeu 174.128 votos e terminou na segunda colocação, atrás de Davi Alcolumbre. Quatro anos depois, aumentou sua votação em mais de 90 mil votos e chegou ao Senado na primeira posição.
Além de Rayssa, Lucas Barreto (PSD) foi reeleito senador com 213.948 votos, enquanto Randolfe Rodrigues terminou em terceiro, com 163.857 votos, e deixará o Senado ao fim do atual mandato.



