Rejeição de Randolfe chega a 51% entre eleitores do Amapá
Pesquisa mostra que senador tem rejeição superior ao potencial de voto; 38% dizem que poderiam votar nele
A pesquisa Quaest divulgada nesta semana mostra que o senador Randolfe Rodrigues (PT) enfrenta um índice elevado de rejeição na disputa pelo Senado no Amapá. Segundo o levantamento, 51% dos eleitores afirmam que não votariam no parlamentar.
O percentual supera o potencial eleitoral de Randolfe. De acordo com a pesquisa, 38% dos entrevistados dizem que poderiam votar nele, enquanto 11% afirmam não conhecê-lo.
Na comparação entre potencial de voto e rejeição, Randolfe apresenta um saldo negativo de 13 pontos percentuais, indicando que o grupo que descarta votar no senador é maior do que aquele que admite escolher seu nome.
Entre os principais nomes testados pela Quaest para o Senado, Randolfe aparece com uma das maiores rejeições. Capi (PSB) registra 60%, Acácio Favacho (MDB), 46%, Alliny Serrão (União), 41%, Lucas Barreto (PSD), 35%, e Rayssa Furlan (Podemos), 21%.
No cenário estimulado da disputa pelas duas vagas ao Senado, Randolfe aparece com 19% das intenções de voto, tecnicamente empatado com Lucas Barreto, que registra 18%. Rayssa Furlan lidera com 27%.
A pesquisa também mostra que a eleição para o Senado ainda apresenta um alto grau de indefinição. Na pergunta espontânea, 57% dos eleitores dizem não saber em quem votar, o que indica que uma parcela expressiva do eleitorado ainda pode mudar o cenário ao longo da campanha.
A Quaest ouviu 804 eleitores com 16 anos ou mais em nove municípios do Amapá, entre os dias 21 e 24 de agosto. As entrevistas foram presenciais e domiciliares. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os números AP-09438/2026 e BR-08827/2026.



